sexta-feira, 22 de março de 2013

Saiba mais...


Algumas parafilias

  • Adstringopenispetrafilia: fetiche por amarrar pedras ao pênis.
  • Agalmatofilia: atração por estátuas.
  • Agorafilia: atração por copular em lugares abertos ou ao ar livre.
  • Aiquemofilia : Prazer pelo uso de objetos cortantes e pontiagudos
  • Amaurofilia: excitação da pessoa pelo parceiro que não é capaz de vê-la (não se aplica a cegos).
  • Amphiboliafilia: atração ou excitação sexual por ambiguidades.
  • Anadentisfilia: excitação sexual por pessoas sem dentes ou prazer sexual ao receber sexo oral de uma pessoa sem dentes.
  • Anemofilia: excitação sexual com vento ou sopro (corrente de ar) nos genitais ou em outra zona erógena.
  • Apotemnofilia: desejo de se ver amputado.
  • Asfixiofilia (asfixia autoerótica): prazer pela redução de oxigênio.
  • ATM (ass to mouth): prática em que o parceiro ativo, após o coito anal, leva seu pênis à boca da pessoa penetrada.
  • BBW: atração por mulheres obesas
  • Bondage: prática onde a excitação vem de amarrar ou/e imobilizar o parceiro.
  • Bukkake: modalidade de sexo grupal praticado com uma pessoa que "recebe" no rosto a ejaculação de diversos homens.
  • Clismafilia: fetiche por observar ou sofrer a introdução de enemas.
  • Coleopterafilia: atração sexual por besouros.
  • Coprofagia: fetiche pela ingestão de fezes.
  • Coprofilia: fetiche pela manipulação de fezes, suas ou do parceiro.
  • Cock and ball torture: é uma atividade sexual BDSM sadomasoquísta envolvendo os genitais masculinas.
  • Coreofilia: excitação sexual pela dança.
  • Crinofilia: excitação sexual por secreções (saliva, suor, secreções vaginais, etc).
  • Crematistofilia: excitação sexual ao dar dinheiro, ser roubado, chantageado ou extorquido pelo parceiro.
  • Cronofilia: excitação erótica causada pela diferença entre a idade sexo-erótica e a idade cronológica da pessoa, porém em concordância com a do parceiro.
  • Cyprinuscarpiofilia: excitação sexual por carpas.
  • Dendrofilia: atração por plantas.
  • Emetofilia: excitação obtida com o ato de vomitar ou com o vômito de outro.
  • Espectrofilia: prática medieval que consiste na excitação por fantasias com fantasmas, espíritos ou deuses.
  • Estelafilia: atração sexual por monumentos líticos (feitos de pedra) normalmente feitas em um só bloco, contendo representações pictóricas e inscrições.
  • Exibicionismo: fetiche por exibir os órgãos genitais.
  • Fetiche por balões: excitação ao tocar balões de látex (usadas em festas).
  • Fisting: prazer com a a inserção da mão ou antebraço na vagina (brachio vaginal) ou no ânus (brachio procticus).
  • Flatofilia: prazer erótico em escutar, cheirar e apreciar gases intestinais próprios e alheios.
  • Frotteurismo: prazer em friccionar os órgãos genitais no corpo de uma pessoa vestida.
  • Galaxiafilia: atração sexual pelo aspecto leitoso da Via Láctea.
  • Gerontofilia: atração sexual de não-idosos por idosos.
  • Hebefilia (ver lolismo)
  • Hipofilia: desejo sexual por equinos.
  • Imagoparafilia: prazer em imaginar-se com alguma parafilia.
  • Lactofilia: fetiche por observar ou sugar leite saindo dos seios
  • Lolismo: preferência sexual e erótica de homens maduros por meninas adolescentes
  • Kosupurefilia: excitação sexual por Cosplay.
  • Maieusofilia: ver pregnofilia
  • Masoquismo: prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente.
  • Menofilia: atração ou excitação por mulheres menstruadas.
  • Moresfilia: atração ou excitação sexual por coisas relativas aos costumes.
  • Nanofilia: atração sexual por anões.
  • Necrofilia : atração por pessoas mortas
  • Nesofilia: atração pela cópula em ilhas, geralmente desertas.
  • Odaxelagnia: fetiche por mordidas.
  • Orquifilia: fetiche por testículos.
  • Panpaniscusfilia: excitação sexual por Bonobos.
  • Partenofilia: fixação sexual por pessoas virgens.
  • Pigofilia: excitação sexual por nádegas.
  • Pirofilia: prazer sexual com fogo, vendo-o, queimando-se ou queimando objetos com ele.
  • Podolatria: fetiche por pés.
  • Pogonofilia: fetiche por barba.
  • Pregnofilia ou maieusofilia: fetiche por mulheres grávidas e/ou pela observação de partos.
  • Quirofilia: excitação sexual por mãos.
  • Sadismo: prazer erótico com o sofrimento alheio.
  • Sadomasoquismo: prazer por sofrer e, ao mesmo tempo, impingir dor a outrem.
  • Sarilofilia: fetiche por saliva ou suor.
  • Timofilia: excitação pelo contato com metais preciosos.
  • Trampling: fetiche onde o indivíduo sente prazer ao ser pisado pelo parceiro.
  • Tricofilia: fetiche por cabelos e pelos.
  • Urofilia: excitação ao urinar no parceiro ou receber dele o jato urinário, ingerindo-o ou não.
  • Vorarefilia: atração por um ser vivo engolindo ou devorando outro.
  • Voyeurismo: prazer pela observação da intimidade de outras pessoas, que podem ou não estar nuas ou praticando sexo.
  • Zoofilia: prazer em relação sexual com animais.

Saiba mais...


Parafilia



Parafilia (do grego παρά, para, "fora de",e φιλία, philia, "amor") é um padrão de comportamento sexual no qual, em geral, a fonte predominante de prazer não se encontra na cópula, mas em alguma outra atividade. São considerados também parafilias os padrões de comportamento em que o desvio se dá não no ato, mas no objeto do desejo sexual, ou seja, no tipo de parceiro, como, por exemplo, a efebofilia[1]
Em determinadas situações, o comportamento sexual parafílico pode ser considerado perversão ou anormalidade.
As parafilias podem ser consideradas inofensivas e, de acordo com algumas teorias psicológicas, são parte integral da psiquê normal — salvo quando estão dirigidas a um objeto potencialmente perigoso, danoso para o sujeito ou para outros (trazendo prejuízos para a saúde ou segurança, por exemplo), ou quando impedem o funcionamento sexual normal, sendo classificadas como distorções da preferência sexual na CID-10 na classe F65.[2]
As considerações com respeito ao comportamento considerado parafílico dependem em um grau muito elevado das convenções sociais reinantes em um momento e lugar determinados; certas práticas, como a homossexualidade ou até mesmo o sexo oral, o sexo anal e a masturbação foram consideradas parafílicas em seu momento, embora agora sejam consideradas variações normais e aceitáveis do comportamento sexual.
Entretanto, há quem considere que o excesso na masturbação após a adolescência ou o fato de alguém preferir sempre esta prática do que o contato com outro indivíduo venha configurar-se uma parafilia.
Por outro lado, o próprio conceito de parafilia tende a ser revisto já que na atualidade a ciência tem ampliado cada vez mais as variações aceitáveis do comportamento sexual, mas sem que os valores novos tenham aprovado algumas condutas ainda que acompanhadas da cópula vaginal, como é o caso das relações sexuais com crianças.
Sendo assim, é impossível elaborar um catálogo definitivo das parafilias; as definições mais usuais listam comportamentos como o sadismo, o masoquismo, o exibicionismo, o voyeurismo ou ofetichismo.

Esclarecendo e tirando dúvidas...Saiba mais...


Zoofilia



Zoofilia, do grego ζωον (zôon, "animal") e φιλία (filia, "amizade" ou "amor"), é uma parafilia definida pela atração ou envolvimento sexual de humanos com animais de outras especies. Tais indivíduos são chamados zoófilos. Os termos zoossexual e zoossexualidade descrevem toda a gama de orientação humana/animal.
Um outro termo, bestialidade, se refere ao ato sexual entre um humano e um animal não-humano (chamado a partir daqui apenas "animal").
ilustração de Édouard-Henri Avril para De Figuris Veneris.
Enquanto a zoofilia é legal em alguns países, não é explicitamente aceita, e na maioria dos países atos sexuais com animais são ilegais, sob as leis de abuso animal e crueldade contra os animais, e menos comum, crime contra a natureza. O filósofo e autor Peter Singer, envolvido em vários movimentos pelos direitos dos animais, defende que a zoofilia não é antiético desde que não haja dano ou crueldade contra o animal, mas esta visão não é largamente compartilhada, pois a maioria defende que os animais, assim como as crianças, não são capazes de consentir emocionalmente tal ato.





Sadismo


O termo sadismo deriva do nome do escritor e filósofo francês Donatien Alphonse François de Sade (Marquês de Sade), e denota a excitação e prazer provocados pelo sofrimento alheio.
O foco do sadismo sexual envolve atos (reais, não simulados) nos quais o indivíduo deriva excitação sexual do sofrimento psicológico ou físico (incluindo humilhação) do parceiro.
Alguns indivíduos com esta parafilia se sentem perturbados por suas fantasias sádicas, que são simuladas ou invocadas durante a atividade sexual, mas não efetivamente concretizadas. Nesses casos, as fantasias sádicas envolvem, habitualmente, o controle completo ou parcial sobre a vítima, que se sente aterrorizada ante o ato sádico iminente.
Outros indivíduos sádicos compartilham seus impulsos sádicos com parceiros masoquistas, que sentem prazer (ou ao menos consentem) em sofrer dor ou humilhação. Este tipo de relação, onde as duas tendências se complementam, é denominada sadomasoquista.
Outros, finalmente, colocam em prática seus anseios sexuais sádicos com vítimas que não dão consentimento.
Em todos esses casos, o que causa excitação sexual ao indivíduo sádico é o sofrimento real ou potencial da vítima.
As fantasias ou actos sádicos podem envolver actividades que indicam o domínio do indivíduo sobre a vítima (por ex., forçar a vítima a rastejar ou mantê-la em uma jaula). Os indivíduos podem também atar, vendar, dar palmadas, espancar, chicotear, beliscar, bater, queimar, administrar choques eléctricos, estuprar, cortar, esfaquear, estrangular, torturar e mutilar. Em situações extremas, especialmente quando associadas a casos graves de Transtorno da Personalidade Anti-Social, os indivíduos podem chegar a matar suas vítimas.
As fantasias sexuais sádicas tendem a ter origem na infância. A idade de início das atividades sádicas é variável, mas habitualmente ocorre nos primeiros anos da vida adulta. O sadismo sexual geralmente é um fenômeno crónico.
Quando o sadismo sexual é praticado com parceiros que não consentem com a prática, a atividade tende a ser repetitiva. Alguns indivíduos podem dedicar-se a actos sádicos por muitos anos, sem necessidade de aumentar o potencial de infligir sérios danos físicos. Geralmente, entretanto, a intensidade e gravidade dos actos aumenta com o tempo, até que o indivíduo sádico seja preso ou receba tratamento psicoterápico adequado.



Masoquismo


Masoquismo é uma tendência ou prática parafílica, pela qual uma pessoa busca prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente. Em um sentido extenso pode-se considerar como masoquismo também a forma de prazer com a humilhação verbal.[carece de fontes]
O termo masoquismo deriva do escritor austríaco Leopold von Sacher-Masoch.
O masoquismo é uma tendência oposta e complementar ao sadismo. Uma relação onde as duas tendências se complementam é denominada sadomasoquista.
A denominação masoquismo define o prazer sexual relacionado com o desejo de sentir dor no corpo, será mediante a humilhação e dominação, o termo foi descrito pelo médico alemão Krafft Ebing. Entretanto, verifica-se que em muitos casos o prazer não advém exatamente da sensação corpórea de dor, mas sim de uma situação de inferioridade perante o parceiro sexual.
Atualmente o masoquismo está incorporado às subculturas SM e BDSM, como uma forma de expressão sócio-sexual coletiva ou individual


Fetichismo



Na psicanálisefetichismo é o desvio do interesse sexual para algumas partes do corpo do parceiro, para alguma função fisiológica, para cenários ou locais inusitados, para fantasias de simulação (empregada doméstica, mecânico, secretária) ou para peças de vestuário, adorno etc.
No fetichismo, o meio preferido ou único de atingir satisfação sexual é manipulando e/ou observando objectos, não animados, intimamente associados ao corpo humano (por exemplo.roupa interior) ou peças de vestuário feitas de borracha, cabedal ou seda, para mencionar apenas os mais comuns. A actividade sexual pode dirigir-se ao fetiche (masturbação enquanto beija, esfrega, cheira o objecto do fetiche) ou o fetiche pode ser incorporado na relação sexual, pedindo por ex. ao parceiro que use sapatos de salto alto ou botas de cabedal. Há também a satisfação sexual buscada nas interpretações sexuais, onde a parceira comporta-se como secretária, adolescente, e o homem como um policial, um bombeiro, um mecânico de oficina, etc.
Aparentado com esta parafilia temos o parcialismo, caracterizado por impulsos sexuais e fantasias sexualmente excitantes dirigidas exclusivamente a partes do corpo humano como: pés, mãos, nádegas, veias, pomos-de-adão ou peito, excluindo todas as outras.
É importante ter presente que o diagnóstico desta parafilia não se faz se os fetiches são apenas artigos de vestuário feminino utilizados no travestismo (fetichismo travestido) ou instrumentos utilizados para a estimulação táctil vaginal, como um vibrador (DSM-IV-R, APA, 2000). Não se sabe ainda porque certos estímulos são mais condicionáveis que outros embora, possivelmente, isso tenha a ver com uma relação particular com objectos ligados a vínculos afetivos desde a infância. É tentador assumir que o objeto fetichista tem um significado que vai para além do condicionamento de um estímulo qualquer.
Países como a Suécia já descatacterizaram estes comportamentos como patológicos e há uma tendência de que outros países acompanhem esta visão nos próximos anos.


Voyeurismo





Voyeurismo é uma prática que consiste num indivíduo conseguir obter prazer sexual através da observação de pessoas. Essas pessoas podem estar envolvidas em atos sexuaisnuas, emroupa interior, ou com qualquer vestuário que seja apelativo para o indivíduo em questão, o/a voyeur.
A prática do voyeurismo manifesta-se de várias formas, embora uma das características-chave é que o indivíduo não interage com o objeto (por vezes não cientes de estarem sendo observados); em vez disso, observa-o tipicamente a uma relativa distância, talvez escondido, com o auxílio de binóculoscâmeras, etc., o que servirá de estímulo para a masturbação, durante ou após a observação.


Bondage





Bondage é um tipo específico de fetiche, geralmente relacionado com sadomasoquismo, onde a principal fonte de prazer consiste em amarrar e imobilizar seu parceiro ou pessoa envolvida. Pode ou não envolver a prática de sexo com penetração..
Jenni Lee Bound on Table.jpg

[editar]Objetos utilizados





Podolatria






Podolatria é um tipo particular de parafilia que tem desejo de pés. Em Portugal e no Brasil, um fetichista de pés é normalmente reconhecido pela expressão podólatra. São atos comuns que levam o podólatra a ter excitação e prazer sexual exclusivamente com o ato de ver, tocar com as mãos, lamber, cheirar, beijar ou massagear os pés de outra pessoa, entre muitos outros; muito raramente um fetichista pode ainda ter prazer quando os próprios pés são objeto dessas ações. Quando, porém, o culto aos pés é um elemento erótico da relação, fazendo parte das preliminares de uma relação sexual, por exemplo, é considerado apenas um fetiche.[1]

[editar]Fetiche

Exemplo.
O fetichista responde ao pé de uma maneira similar à nádegas ou seios. Alguns podólatras, sentem prazer em ter seus genitais manipulados pelos pés do parceiro até o ponto de atingir o orgasmo e a ejaculação (footjob, em inglês).[2] Este é, provavelmente, o exemplo mais frequente de excitação com o uso dos pés capaz de levar à satisfação completa (talvez por se tratar, também, de fato, de uma forma de masturbação). Outras fórmulas em que uso dos pés por si só acabam por levar ao orgasmo e à ejaculação também existem, todavia, variando de indivíduo para indivíduo.
Como outras parafilias, o fetiche de pés varia enormemente e pode ser altamente especializado. Assim, um fetichista pode ser estimulado por elementos que outro considera repulsivos. Alguns podólatras preferem somente as solas, ou pés com arcos pronunciados, outros, de dedos longos, unhas longas, alguns preferem pés descalços, outros, pés calçados em certos tipos de calçados ou meias, alguns preferem pés muito bem cuidados, outros, sujos, de plantas incrustadas de terra, etc.
Um fetichista de pés pode ser homem ou mulher, embora estime-se que o contingente masculino passe de 70% (Falando de fetiches de maneira geral, a escritora estadunidense Valerie Steele afirma no livro "Fetiche — Moda, Sexo e Poder" que os homens têm fetiches com freqüência duas vezes e meia maior do que elas.[3]) Pesquisadores da Universidade de Bolonha descobriram que entre as preferências sexuais por partes do corpo, pés é a mais popular.[4]. O resultado parece corroborar estudo da terapeuta brasileira Deise Gê, feito com 1500 homens, entre 18 e 60 anos, que aponta que pés e sapatos são os principais elementos fetichistas dos brasileiros.[5] Outras práticas sexuais como o sadomasoquismo frequentemente acompanham a atração por pés. Um traço que permite distinguir o podólatra, no entanto, na comparação com o sadomasoquista submisso, é o fato de que o pé, para aquele, reveste-se de um valor estético, que por si só o excita.



Sadomasoquismo



Sadomasoquismo refere-se a relações entre tendências diferentes entre pessoas buscando prazer sexual. O termo sadomasoquismo seria a relação entre tendências opostas, o sadismo e masoquismo.[1]
sadismo é a tendência em uma pessoa que busca sentir prazer em impor o sofrimento físico e moral a outra pessoa.
masoquismo é a tendência oposta ao sadismo, é a tendência em uma pessoa que busca sentir prazer em receber o sofrimento físico e moral de outra pessoa.
A relação destas duas tendências não representa que a mesma pessoa possui as duas tendências e sim um contato entre pessoas com tendências opostas, sadomasoquismo não é uma tendência e sim relações entre tendências.
O sadomasoquismo nem sempre envolve o sexo com penetração, sendo muito comum a masturbação mútua.


Coprofagia


Coprofagia (assim como a coprofilia, também conhecido como scat), copro em latim significa "fezes" e fagia "ingestão" sendo assim: prática de ingestão de fezes. Isto ocorre naturalmente em algumas espécies de animais, como cãesgatosinsetos e aves. Relata-se também tal prática em seres humanos, porém sob a categorização de patologia de ordem psíquica, ou desvio sexual(variação da coprofilia). Existe farto material de ordem hedonista a respeito do tema, principalmente proveniente do oriente.
Em práticas de dominação sexual entre duas ou mais pessoas a pessoa dominante por vezes pode defecar sobre seu escravo, não só no corpo mas como também no rosto ou até dentro de sua boca obrigando-a até a ingerir suas fezes (da pessoa dominante), isto também é denominado "scatsex"[c








Gravidez não Planejada e os Aspectos Psicológicos da Gravidez

A notícia da gravidez, o processo de gestação, o parto e o puerpério constituem situações muito importantes para a mulher. Promovem alterações físicas no corpo feminino, porém todos ficam emocionalmente envolvidos pela perspectiva do nascimento. A intensidade das alterações psicológicas depende de fatores individuais, familiares, conjugais, culturais e da personalidade. O período gravídico-puerperal é a fase de maior incidência de transtornos psíquicos na mulher, necessitando de atenção especial para manter ou recuperar o bem-estar, e prevenir dificuldades futuras para o filho. Isso exige obstetras, pediatras, psicólogos e psiquiatras especializados, capazes de auxiliar a mãe a crescer, sempre dentro dos limites do possível e da realidade (Pavesi, 2001).
Para Maldonado (1985) a gravidez é uma transição que faz parte do processo normal do desenvolvimento. Envolve a necessidade de reestruturação e reajustamento em várias dimensões, especialmente no que se refere à identidade e à definição de papéis, tanto para a mulher quanto para o homem. A mulher passa a se olhar e a ser olhada de uma forma diferente, no caso da primípara, a gravida além de filha e mulher passa a ser mãe, mesmo no caso da multípara, verifica-se uma certa mudança de identidade, pois ser mãe de um filho é diferente de ser mãe de dois e assim por diante. Isso pode trazer à tona antigos conflitos de relacionamento com pais, irmãos e outras figuras da família, bem como do próprio casal. Também pode evidenciar experiências agradáveis vividas na família de origem ou no próprio casamento. As relações estabelecidas com amigos, colegas de trabalho e conhecidos também influenciam na gravidez. A qualidade dessa influência depende da negatividade ou positividade das pessoas. Pavesi (2001) diz que a gravidez pode contribuir para aperfeiçoar o casamento e a família, mas, por outro lado, pode constituir-se em uma ameaça ao equilíbrio pessoal, conjugal e familiar.
Conforme assinala Jongenelen e Soares (1999) nos últimos trinta anos a gravidez tem sido estudada como uma fase de desenvolvimento psicológico de maior importância.
Desta forma, a gravidez é concebida como um período de desenvolvimento, sendo caracterizada pela necessidade de resolução de tarefas especificas.
A primeira tarefa é: aceitar a gravidez, que diz respeito à necessidade de reconhecer a gravidez e aceitar sua realidade, para poder lidar com as tarefas subsequentes deste período, passando deste modo pela aceitação das mudanças que esse estado concretiza;
A segunda tarefa é aceitar a realidade do feto, no início da gravidez o esquema cognitivo que a mãe tem do bebê é indiferenciado, no qual a “gravidez” e o “bebê” são vistos como uma unidade, aos poucos a autonomia do feto começa a ser percebida, a representação do bebê torna-se mais realista através dos movimentos fetais, deste modo à verdadeira sensação de maternidade na mulher poderá coincidir com a primeira sensação real do bebê dentro de si própria. A mãe começa então a procurar um estado de sintonia entre o seu comportamento e a do feto.
A terceira tarefa é: reavaliar a relação com os seus pais, enquanto o feto esta se tornando real para a futura mãe, esta sentirá uma necessidade de reavaliar e recapitular a relação passada e presente com seus pais, para que um novo equilíbrio seja encontrado.
Nesta seqüência, surge uma outra tarefa que é reavaliar o relacionamento com o cônjugue/companheiro – que envolve lidar com as novas questões do relacionamento, uma vez que a maternidade vai implicar a passagem da unidade de casal a família, o que implica em uma nova aliança emocional, a aliança parental, no sentido de comunicar em torno de questões relativa ao futuro e partilhar experiências e decisões sobre a criança.
Aceitar o bebê como uma pessoa separada é outra tarefa, onde a mulher terá de se desligar da gravidez para aceitar o bebê como pessoa separada, e como tal um indivíduo com necessidades próprias e específicas.
Desta forma, a resolução adequada dos tarefas acima citadas, possibilitará uma resposta mais adequada face às mudanças que a gravidez acarreta, bem como lidar com os novos papéis e com as relações em transformação que resultam da gravidez (Jongenelen e Soares, 1999).
Maldonado (1985) descreve que uma relação saudável implica em termos gerais em perceber e satisfazer adequadamente as necessidades do bebê, este visto com indivíduo separado e não simbioticamente confundido com a mãe, ao contrário, uma relação doentia, caracteriza-se pela expectativa de que o bebê preencha certas necessidades neuróticas da mãe ou do pai, como por exemplo, evitar a solidão, satisfazer a carência do afeto e fazê-los sentir-se úteis.
Para Soifer (1992) toda gestação implica de inicio em uma ambivalência básica: de um lado o desejo de ter a criança, ou seja, sua aceitação, e do outro, a rejeição à gravidez, o temor da gestante de ser destruída pela gestação. Esta rejeição não é especifica ao filho, mas sim uma postura defensiva diante dos temores gerados que levam a mãe a fantasias ou sintomas de rejeição.

Iniciação sexual precoce


Falta de informação entre os jovens estimula o sexo sem proteção e acarreta gestações indesejadas e transmissão de doenças



Uma pesquisa realizada pela Central Única de Favelas (Cufa) traçou o perfil de adolescentes que iniciam a vida sexual precocemente, sem orientação e, principalmente, sem proteção, tomando como base o cenário de três cidades da periferia do Distrito Federal (DF).
De acordo com o levantamento, esses jovens consomem álcool com regularidade, são caracterizados por serem de baixa renda e não terem relacionamento efetivo com os pais, além de serem influenciados por opiniões e decisões de amigos.
Segundo Max Maciel, coordenador-geral da Cufa no DF, a baixa predominância da família tradicional, com pai, mãe e irmãos foi o que mais chamou a atenção entre os moradores dessas comunidades.
O levantamento constatou que 24,4% dos pesquisados moram com parentes de segundo grau (tios, avós e primos); 17,1% vivem com a mãe; 11,3%, com pai e mãe; e apenas 4,1%, com o pai; outros 13% deles moram sozinhos.
Todavia, a maior parte dos jovens (30,1%) não se encaixou em nenhum desses perfis e foi registrada na categoria outros.
Falta de diálogo com a família
Na avaliação de Maciel, o distanciamento dos pais interfere na formação sexual dos adolescentes. “São jovens que não dialogam com a família e buscam informações em outras fontes”, diz.
A própria pesquisa constatou que 45,9% dos entrevistados têm os amigos como principal fonte de informação sobre doenças sexualmente transmissíveis. Em segundo lugar, vêm os profissionais da área (33,6%). A família só aparece na terceira posição, com 24%.
O estudo revelou ainda que, em média, os adolescentes têm a primeira relação sexual aos 14 anos. Para o coordenador da Cufa, o problema não está na idade, mas na desinformação, que estimula o sexo sem proteção e acarreta gestações indesejadas e a transmissão de doenças.
Apesar de 79,3% dos entrevistados afirmarem saber fazer uso da camisinha, somente 52% de fato utilizam o preservativo. “Muitos sabem sobre doenças e métodos de proteção somente na teoria, mas não põem os conhecimentos em prática”, ressaltou Maciel.
Ele acredita que a baixa qualidade das informações buscadas com amigos e o consumo de álcool antes das relações estão entre os fatores que explicam tal divergência.
“A maioria dos pesquisados disse não usar drogas, mas houve diversos casos em que as pessoas depois admitiram consumir cerveja e vinho com frequência. Nessa parcela da população, falta o entendimento de que drogas legalizadas também são drogas”, conclui o coordenador.

Saiba mais...


Felação

É o sexo oral que a mulher pratica no homem. Nem sempre elas estão a fim e quem acha um horror não deve se forçar. Mas, antes de descartar, veja se a sua rejeição não é cultural. Muitas vezes, o nojo está associado a uma visão repressora, que considera que tudo o que vem do sexo é sujo ou pecaminoso, incluindo os fluidos corporais. Experimentar essa modalidade durante um banho a dois, por exemplo, pode minimizar os pudores ligados à higiene. Um toque: pratique em todo o pênis, não só na ponta (glande). Os homens sentem prazer também pelo visual picante que essa prática oferece.




Palavras da administradora do blog









Hoje em dia tenho visto,milhares de adolescentes iniciarem sua vida sexual precocemente, o que me deixa muito triste, na adolescente é o momento de se descobrir, de se divertir.
Devido a muitas vezes falta de base familiar,os adolescentes vão em busca de alegrias na ruas,que expõe a vida deles, a uma face adulta muito cedo,fazendo se perder a alegria de ser adolescente.
Meninas menores de idade,já não brincam mais com suas bonecas,elas foram substituídas por bebes,devido a falta de conversa e interesse dos mesmo, temos um monte de crianças segurando crianças por ai.
Os pais ou familiares mais próximo tem por obrigação, ensinar valores e, influenciar a uma vida calma e segura sexualmente.Fazer sexo é bom, mas cada coisa tem seu tempo.
hoje em dia são milhares de crianças,assumindo uma responsabilidade,que muitas vezes acarreta a grandes distúrbios, e fugas, as drogas e prostituição.


                                                    Diana Duarte

O que é Puberdade?


A puberdade é o período que uma pessoa passa entre a infância e a idade adulta. Mas precisamente, é a fase da adolescência.
É neste período que o corpo começa a sofrer muitas alterações físicas. Os primeiro pelos começam a aparecer, e as indesejáveis espinhas tomam conta do rosto. Nos meninos, a voz engrossa de tal forma que até mesmo ele não a reconhece, e nas meninas, ocorre o desenvolvimento dos seios, e acontece a primeira menstruação.
Nesta fase os meninos produzem a testosterona e as meninas o estrógeno.
O inicio deste período varia de pessoa para pessoa, mas geralmente, nas meninas ocorre entre os 10 e 13 anos, e nos meninos entre 12 e 14 anos.
Mas existe a puberdade precoce e a retardada. A puberdade precoce ocorre quando os sinais aparecem antes dos oito anos nas meninas, e antes dos nove anos nos meninos. E a puberdade retardada ocorre quando há ausência dos sinais após os treze anos nas meninas, e quatorze anos nos meninos.
Esta é uma fase muito complicada para o adolescente, pois ele estará passando por um momento de crise com ele mesmo, e sofrerá muitas alterações no humor. Por isso, é importante que as pessoas que vivem diariamente com o adolescente, conscientizando-os de que essas mudanças são normais e essenciais para o processo de reprodução, e que todas as pessoas passam por essas transformações no corpo. Este tipo de conversa também é importante porque tranqüiliza o adolescente, e passa segurança para ele, evitando que ele entre em crise.